27/12/2010

O que atrapalha a intimidade do casal

1. Críticas nada construtivas
Atente-se ao provérbio: "Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência." (Pv 17:27) Quem é inteligente? "O sereno de espírito" e o que retém as palavras! Preste atenção numa coisa: É difícil a intimidade florescer numa atmosfera de constantes críticas, o (a) parceiro (a) não consegue compartilhar abertamente seus pensamentos. Assim, antes de taxar seu marido (ou sua esposa) como alguém muito fechado, verifique se você não está reprimindo a pessoa pela maneira como reage a tudo e a todas as vezes que ele (a) fala (ou já falou!).


2. Ressentimentos guardados
Ed Wheat escreveu: "O tédio conjugal é quase sempre a máscara que esconde um mundo de ira e ressentimento jamais expressos abertamente". Provérbios 18:2 diz que "o insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior." Há maridos e esposas que se acostumam a viver assim: O tempo todo externando suas "dores" interiores, "virando do avesso" literalmente!


3. Falta de tempo e diálogoSeparar tempo para conversar, para falar e ouvir mantém o coração alegre! Quantos menos tempo o casal passa junto e quanto menos diálogo, mas a tristeza vai tomando conta e a comunicação vai diminuindo e a distância entre ambos tomando proporções elásticas. Bem diz o provérbio: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Pv 17:22). Tempo e diálogo mantém o coração do casal alegre e o espírito saudável.


4. Insensibilidade e falta de elogio
Já reparou? A diferença entre um casal novo e um que já tem anos de casados é a maneira como ficam na mesa num shopping: o primeiro olha um pro outro e conversa, demonstrando sensibilidade pelo outro, elogiando quase que o tempo todo; o segundo, fica olhando para o movimento e quase não tem assunto e, se tem, é sobre algo que nada tem a ver com eles! Provérbios 16:24 nos lembra que "palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo". Você tem abençoado o seu relacionamento com palavras agradáveis? Por mais bonita que sua esposa seja e, por mais que ela já saiba disso, é bom quando você diz a ela! Por mais que seu marido já saiba que você reconhece todos os seus esforços, é bom para ele ouvir isso dos seus lábios!


5. Frieza e falta de contato físico (não sexual)


Quando aqui menciono o contato físico, estou querendo chamar a atenção para o que chamo de contato "não sexual", isto é, aquela aproximação isenta de intenções sexuais. O livro "Sexo e Intimidade", que todo casal deveria ter e ler, afirma que "é com demasiada freqüência que, depois de casados, os cônjuges usam o toque físico apenas como sinal para o sexo, mas isso não devia ser assim" (cf. p. 127). Sei que as mulheres em especial sentem falta disso: do toque, do abraço, das mãos marido tocando seus cabelos, do beijo carinhoso, etc. Gosto de Cantares 8:1-2: "Tomara fosses como meu irmão, que mamou os seios de minha mãe! Quando te encontrasse na rua, beijar-te-ia, e não me desprezariam! Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me ensinarias;..." Numa cultura onde havia sérias restrições com relação ao contato físico público entre homem e mulher, quem escreve demonstra seu desejo de - sem nenhum constrangimento - andar de mãos dadas ou quem sabe, abraçado sem nenhuma "impureza", como se fossem - ele e sua amada - irmãos.

Que essa reflexão te faça bem e, sobretudo, te leve para "casa" mais disposto a ser melhor!


Fonte: Esposa Virtuosa

Obrigada Senhor


Pela vida e saúde.

Pela família que me deste.

Pelo sol que ilumina meus caminhos de dia,

pela lua e estrelas que não deixam as noites serem tão escuras.

Pelas pedras no caminho, que não me impediram de caminhar.

Pela força que me faz levantar toda manhã.

Pelo ar que entra em meus pulmões e mantém vivo o meu corpo físico.



Obrigada Senhor, pela minha salvação

Pela vida dos meus entes queridos

E até mesmos pelos meus inimigos

Pois se tu que és santo a todos não agradastes.

Imagine eu.

06/12/2010

Nunca desista, Comece de Novo

Se você confiou em Deus e andou pelo caminho Dele, Se O sentiu a guiar você todos os dias, mas agora seus passos o levam por outro caminho,

Comece de novo.

Se você fez planos que não deram certo, se você tentou dar o melhor de si e não há mais o que tentar, se você falhou consigo mesmo sem saber porquê,

Comece de novo.

Se você contou aos seus amigos o que planejava fazer, se você confiou neles e eles não o apoiaram, se agora você está sozinho, só podendo contar consigo mesmo,

Comece de novo.

Se você falhou com seus familiares, se agora você já não é tão importante para eles,

se eles perderam a confiança em você, se você se sente um estranho em seu próprio lar,

Comece de novo.

Se você orou a Deus, respeitando sempre a vontade Dele, se você orou e orou e ainda se sente infeliz, se você quer parar, sentindo que atingiu seu limite,

Comece de novo.

Se você está certo de que está acabado e quer desistir, se você chegou ao fundo do poço, se você tentou e tentou e não conseguiu subir,

Comece de novo.

Se os anos passam tão depressa e os sucessos são poucos, se chega dezembro e você se sente triste, Deus dá um novo janeiro à você.

Comece de novo.

Começar de novo significa:

Vitórias alcançadas


Começar de novo significa:

Uma corrida bem feita

Começar de novo significa:

DEUS sempre vencerá!

Silvia Schmidt

09/11/2010

Vós Maridos

 
                                                                     

Namoro - Casamento

Precisamos hoje aproveitar a oportunidade que Deus nos está dando e mudar o que precisa ser mudado. Precisamos ouvir a voz de Deus e deixar que Ele nos mostre se temos falhado em algum ponto. Lembre-se: para Deus, nada é impossível! Mas você tem que querer. Analise o seguinte:

1. Os namorados não medem esforços para estar juntos. No casamento, por quantas coisas os cônjuges se privam da companhia um do outro? O que é mais importante: trabalho, futebol, amigos, internet, evangelismo? (Claro que não devemos perder a individualidade, mas escolher tornar-se “uma só carne” também interfere nisso, mas com prazer!) Quanto mais você ficar longe do(a) cônjuge, mais se distanciará e menos vontade terá de estar com ele/ela. Cada um passa a ter seu universo particular e aos poucos o relacionamento se torna jugo desigual. Por isso, faça sua parte. Mesmo que venham a tentação e a pressão, não troque a companhia de seu/sua cônjuge por outras atividades.

2. No namoro, fala-se com delicadeza e usam-se palavras de apreço e admiração. E no casamento? Muitas vezes o que prevalece é a rispidez e a crítica. O que fazer? Ter sempre palavras corteses e admirar o(a) cônjuge. Precisamos nos sentir valorizados e respeitados. Isso mexe com nossa autoestima e com a dignidade própria.

3. No namoro, quando se está apaixonado, acha-se lindo aquele “narizinho”, os cabelos, a voz... Só temos olhos para a pessoa amada e não há espaço para uma amizade especial com alguém do sexo oposto. Quando a relação conjugal não vai bem, abre-se a oportunidade para a admiração indevida de outras pessoas. Comparações impróprias começam a ser feitas e o caminho da ruína surge diante da pessoa. Esse é um grande perigo! A carência emocional e os laços de amizade com alguém do sexo oposto podem ser usados pelo inimigo de Deus para confundir os sentimentos e abrir a porta ao adultério. Portanto, nunca permita que alguém seja mais amigo(a) do(a) seu/sua cônjuge do que você, essa amizade certamente não vem de Deus. Seu coração deve estar ligado ao dele/dela. E se você perceber que está tendo muita afinidade com alguém, que o assunto não acaba mais... corte logo isso! Não deixe ninguém se intrometer em seu casamento e roubar sua afeição.
Outro antídoto para a desesperança e a desarmonia no lar é o culto familiar. “Pais e mães, por mais prementes que sejam vossos afazeres, não deixeis de reunir vossa família em torno do altar de Deus. Pedi a guarda dos santos anjos em vosso lar. Lembrai-vos de que vossos queridos estão sujeitos a tentações. Aborrecimentos diários juncam a estrada tanto dos jovens como dos mais idosos. Os que querem viver vida paciente, amorável e satisfeita, devem orar. Somente obtendo constante auxílio de Deus podemos alcançar a vitória sobre o eu” (Ibidem).

A presença de Jesus pode mudar qualquer situação. Ele restaura os corações e nos dá o verdadeiro amor. Deus planejou a família porque é o melhor plano para nos fazer felizes. Se você for feliz no lar, será feliz no trabalho, na igreja, na sociedade. Estará apto a ter o amor de Deus e levar esperança ao mundo.

Fonte: Famílias de esperança

Dez mandamentos para um casamento feliz



1. Protejam seu dia livre a todo custo e passem-no juntos como casal e como família.
Se uma emergência torna impossível que passem juntos o tempo habitual planejado, estabeleçam, de imediato, outro dia. Nada é mais importante que o tempo que passam juntos!




2. Jantem juntos.
Mesmo que tenham uma comida simples, transformem isso em uma ocasião especial acendendo velas e desligando a televisão. A conversa durante o jantar é para compartilhar e evocar recordações. Os assuntos de rotina podem ser comentados em outra hora.



3. Deitem-se ao mesmo tempo.
Nada debilita a intimidade com maior rapidez do que se deitar em horários diferentes. Esse é também um momento para compartilhar e pôr-se em contato. É uma oportunidade para assegurarem-se de que o atarefado programa de trabalho não os tem separado. Sem esses momentos reservados para dedicarem-se à intimidade, poderiam perder o contato nas pressões da vida.



4. Não guardem rancor.
 Se insistirem em guardar as ofensas do passado, envelhecerão prematuramente e destruirão qualquer oportunidade que puderem ter para desfrutar o presente. Todos, alguns mais que outros, são ofendidos por pessoas muito queridas. Mas a única esperança para o casamento está na capacidade de perdoar e esquecer. Não permitam que as ofensas sofridas no passado roubem o gozo do presente.





5. Não tirem férias separados.
As experiências compartilhadas unem firmemente, enquanto que as experiências separadas distanciam um do outro. O tempo é um dos recursos mais valiosos no casamento. Não o gastem insensatamente.



6. Não permitam que nada prive seu casamento do gozo sexual que Deus propõe que tenhamos.
O sexo é um dom de Deus que deve ser desfrutado dentro dos vínculos sagrados do casamento. Foi dado como um meio de expressar amor e de proporcionar prazer, bem como com a finalidade de procriação. Assim como a verdadeira intimidade é mais que sexo, tampouco é menos que isso.





7. Orem juntos. Nada é mais íntimo que a relação de um indivíduo com Deus. Ao convidar a esposa a compartilhar essa experiência, você lhe está abrindo a parte mais profunda de seu ser. No princípio poderão sentir-se ameaçados, mas as recompensas justificam esse esforço.



8. Brinquem juntos.
 K. C. Cole escreve em Psychology Today: “Nem todos os casais felizes são iguais, de modo que não existe um teste para determinar um bom casamento. Mas se estudarmos os casais sistematicamente ao longo do tempo, é evidente que muitos deles partilham uma característica que denota com freqüência uma união florescente. Não é algo tão evidente como uma relação sexual satisfatória, ou interesses compartilhados, ou o hábito de analisar desapaixonadamente as brigas conjugais. Melhor dizendo, é a capacidade de se manifestar uma natureza brincalhona que transcende a diversão e reflete muito mais do que a capacidade de divertir-se juntos. Apelidos secretos, humor compartilhado, simulação de lutas, isso tudo pode parecer uma série de atividades insulsas, mas, no entanto, podem facilitar ou suavizar transações mais complexas e importantes, mas, potencialmente, dolorosas e até destrutivas.”



9. As pequenas coisas significam muito.
Com efeito, podem estabelecer a diferença entre um casamento medíocre e um casamento realmente bom. Geralmente, não são os presentes caros e nem as férias no exterior que determinam a qualidade de uma relação conjugal, senão as coisas pequenas. Uma mensagem de amor num bilhete deixado em seu escritório, ou um lindo cartão com pensamentos românticos para ela. Uma expressão bondosa, ajudar no cuidado das crianças, escutar com atenção, dá a sensação de que ele ou ela se preocupa com o outro.



10. Prometam-se mutuamente, não só fidelidade física mas, também, fidelidade emocional.
As necessidades emocionais dos cônjuges devem ser satisfeitas somente no casamento. Não permitam que os amigos, a família ou a carreira satisfaçam essas “necessidades pessoais”. Elas devem ser providas mutuamente e são a fortaleza da relação interpessoal.

Fonte

13/10/2010

A minha esperança é o Senhor

Esperança é uma benção dada por Deus (Ro.8:24).
Esperança segundo a bíblia é:

- Esperar por algo que não se vê (Ro.8:24-25).
- Confiança, certeza de que vai acontecer.

Ter esperança faz parte da vida de quem é feliz (Jr.17:7).
As três coisas que permanecem na vida de quem é feliz são: fé, esperança e amor (I Co.13:13).

Enquanto houver vida (pessoas vivas), há esperança (Ec. 9:4).
 Não adianta está sozinho no mundo, no meio dos animais, das plantas, da natureza, em uma ilha, porém sem pessoas, porque sem vidas já não existe esperança.

Muitas pessoas estão depositando esperança em coisas sem vida, em objetos inanimados, em riquezas materiais, e ignoram as vidas (Ec.9:6).
Por pior que o mundo esteja, por pior que as pessoas que você ama estejam, se elas estão vivas, há esperança de transformação. Eis um motivo de nunca desistirmos delas.
No salmo 39 o rei Davi, diante das incertezas da vida, faz uma pergunta a Deus, e ele mesmo responde: A minha esperança está em Ti.

Davi nos ensina, neste salmo, que quem possui esperança tem:
- Consciência que a vida de toda pessoa, na terra, tem fim e destino (v.4);
- Consciência que todos temos um tempo de vida determinado por Deus na terra (v.4) e que esse tempo é curto (v.5);
- Consciência da fragilidade humana (v.4);
- Consciência de sua vida pecaminosa (v.8);
- Consciência das conseqüências que o pecado produz e do que Deus é capaz de fazer(v.10,11).

O que temos feito com a nossa esperança? Temos sido egoístas guardando somente para nós, ou temos compartilhado com outros?

A esperança gera em nós:

· Impulso, desejo, de falar acerca do bem ao ímpio. Quando isso não acontece experimentamos dor em nossa vida (v.1,2), (I Pe.3:15);
· Um coração aquecido para falar com Deus e testemunhar Dele para as pessoas. Os discípulos sentiram isto (Atos 4:20),Davi também (v.3);
· Desejo ardente por uma vida santa, pura, limpa do pecado (v.8).

Casa do Senhor

10/10/2010

20/09/2010

O casamento Hoje

VIVEMOS EM UMA ÉPOCA em que o matrimônio deixou
de ser um pacto entre duas pessoas que, motivadas pelo sentimento
de amor e ternura uma pela outra, resolvem construir juntas
suas vidas, apoiando-se mutuamente e tornando-se a âncora
do desenvolvimento da auto-estima da outra.
Hoje o modelo do concerto de casamento é muito mais similar
a um contrato comercial, no qual os contratantes procuram
extrair para si o máximo de vantagens com o mínimo de compromisso,
tendo obrigatoriamente aberta a cláusula do rompimento
como uma possibilidade, caso o acordo não funcione a
contento para qualquer uma das partes.

Em nossa sociedade do divórcio fácil e dos relacionamentos
descartáveis, na qual impera a “Lei de Gerson”, falar em uma instituição
na qual se pretenda entrar “para o resto da vida” pode ser
uma perspectiva assustadora para nossos jovens, cada dia mais
imaturos e despreparados para a vida adulta. (Por isso mesmo a
cada dia permanecem mais tempo na casa dos pais.)

Entretanto precisamos ensinar a nossos jovens e muitos de
nossos adultos que a relação conjugal não pode ser entendida a
partir da perspectiva de um contrato comercial. Antes a visão que
devemos ter da relação conjugal é a de um “organismo vivo”, que
tem em si toda uma dinâmica própria de nascimento, crescimento,
amadurecimento e morte, de forma natural, como todo sistema
vivente.
 
 
Cada etapa do relacionamento tem suas características próprias,
bem como as demandas e os conflitos naturais do processo de
passagem de uma etapa à outra. Estes, em vez de desestruturarem
a relação, devem ser vistos como degraus de crescimento, que nos
impulsionam a vivermos de forma mais plena e saudável.
Chamamos este processo de ciclo vital da família. Nas últimas
décadas, este processo foi amplamente estudado por pesquisadores
e profissionais que trabalham diretamente com o bemestar
da família. Terapeutas familiares, psicólogos e conselheiros
matrimoniais nos ensinam que muitas das crises que paralisam os
casais no crescimento de sua intimidade são, em última instância,
crises de passagem, e que é necessário passar por elas para que haja
um crescimento efetivo. É como despir a roupa que ficou apertada
na criança que cresceu e vestir outra, mais adequada ao seu
momento de vida.
 
 
O objetivo deste livro é, a partir de nossa experiência clínica
(como terapeuta de casais e de família), nossa experiência didática
(como professor em várias faculdades e seminários teológicos),
nossa experiência ministerial (como coordenador de uma instituição
que ministra encontros de casais e promove treinamento
de líderes para ministério com famílias) e da nossa experiência
pessoal como marido, pai, sogro e na “pré-escola” para ser avô,
discorrer sobre as várias etapas do ciclo vital e sobre como estas
etapas influenciam principalmente o casal, eixo central em torno
do qual orbita a família.




CARLOS “CATITO” GRZYBOWSKI em:  Como se Livrar de um Casamento Mau - Download